Tempo de
Espera
Advento é um substantivo masculino com etimologia latina, no termo adventum, que significa vinda ou chegada.
No cristianismo, as quatro semanas que antecedem o Natal recebem o nome de Advento. É um tempo de preparação para o nascimento de Jesus.
E neste período, mesmo os que se consideram não cristãos, se envolvem numa atmosfera que se diferencia dos outros meses do ano.
Alguns se alegram, outros ficam melancólicos, mas o Espírito de Natal, nos evoca a uma fraternidade, a uma busca de um mundo mais amoroso.
No último domingo, na missa, o padre nos exortava a viver um Natal de fé. E achei muito divina esta exortação.
Geralmente, no Natal nos preocupamos muito com a matéria. O consumismo, as festas, os exageros, portanto, o verdadeiro sentido do natal se perde diante o materialismo. Mesmo assim, muitas ações como natal sem fome, natal com agasalhos e tantas outras formas de ser solidário se torna mais presente.
Fico a refletir que realmente estas ações são importantes. Nos tornam mais humanos. Mas o verdadeiro natal, o da fé, o do amor é que nos leva a tornar todos os nossos dias Natal. É o que abre nosso coração para ser o ano inteiro uma manjedoura, pronta a acolher o menino-Deus, nas dificuldades do outro, no sofrimento do outro, nas limitações do outro.
Enquanto o natal da fé não perpassar o natal do Papai Noel, da árvore de natal, da ceia farta, dos presentes, jamais compreenderemos o verdadeiro sentido do Natal.
Nestes dias de espera, de preparação para acolher Jesus, façamos como o Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry:
Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieto e agitado: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração.
Então, preparemos o nosso coração para receber Jesus e transformar nossa vida em um eterno Natal. E que seja natal todo dia!
No cristianismo, as quatro semanas que antecedem o Natal recebem o nome de Advento. É um tempo de preparação para o nascimento de Jesus.
E neste período, mesmo os que se consideram não cristãos, se envolvem numa atmosfera que se diferencia dos outros meses do ano.
Alguns se alegram, outros ficam melancólicos, mas o Espírito de Natal, nos evoca a uma fraternidade, a uma busca de um mundo mais amoroso.
No último domingo, na missa, o padre nos exortava a viver um Natal de fé. E achei muito divina esta exortação.
Geralmente, no Natal nos preocupamos muito com a matéria. O consumismo, as festas, os exageros, portanto, o verdadeiro sentido do natal se perde diante o materialismo. Mesmo assim, muitas ações como natal sem fome, natal com agasalhos e tantas outras formas de ser solidário se torna mais presente.
Fico a refletir que realmente estas ações são importantes. Nos tornam mais humanos. Mas o verdadeiro natal, o da fé, o do amor é que nos leva a tornar todos os nossos dias Natal. É o que abre nosso coração para ser o ano inteiro uma manjedoura, pronta a acolher o menino-Deus, nas dificuldades do outro, no sofrimento do outro, nas limitações do outro.
Enquanto o natal da fé não perpassar o natal do Papai Noel, da árvore de natal, da ceia farta, dos presentes, jamais compreenderemos o verdadeiro sentido do Natal.
Nestes dias de espera, de preparação para acolher Jesus, façamos como o Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry:
Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieto e agitado: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração.
Então, preparemos o nosso coração para receber Jesus e transformar nossa vida em um eterno Natal. E que seja natal todo dia!
Por uma humanidade melhor!