O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou, na manhã da última quarta-feira (7), que o Ministério do Trabalho deverá ser absorvido por uma outra pasta em seu governo.
Ele disse ainda que o futuro ministro da Defesa terá "4 estrelas", em referência à mais alta patente das Forças Armadas, também sem dar mais detalhes. O Ministério do Trabalho vai ser incorporado a algum ministério, afirmou o presidente eleito sem dizer qual será a pasta.
Na noite de terça-feira, o ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, ironizou a reclamação de centrais sindicais sobre o possível fim da pasta do Trabalho na gestão de Jair Bolsonaro. Onyx, indicado como ministro da Casa Civil, afirmou que, se dependesse dos sindicatos, Bolsonaro não teria sido eleito e que o governo vai fazer "o que é melhor para o Brasil". Ele não confirmou, no entanto, se a pasta de fato vai ser extinta ou unida a outro órgão.
Em nota, a Força Sindical considerou "nefasta" a ideia de extinguir o ministério. Já CUT considera que a medida "levará a uma nova ofensiva de retirada de direitos e de precarização das relações de trabalho".
*Da redação do Blog do Farias Júnior com dados do Uol*
