CULTURA MATERIAL E IMATERIAL : PATRIMÔNIO E DIVERSIDADE CULTURAL NO BRASIL.
O PATRIMÔNIO CULTURAL PODE SER DEFINIDO como um bem (ou bens) de natureza material e imaterial considerado importante para a identidade da sociedade brasileira. SEGUNDO ARTIGO 216 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, CONFIGURAM PATRIMÔNIO "as formas de expressão; os modos de criar; as criações científicas, artísticas e tecnológicas; as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais; além de conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico."
No Brasil, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) é responsável por promover e coordenar o processo de preservação e valorização do Patrimônio Cultural Brasileiro, em suas dimensões material e imaterial.
OS BENS CULTURAIS IMATERIAIS estão relacionados aos saberes, às habilidades, às crenças, às práticas, ao modo de ser das pessoas. Desta forma podem ser considerados bens imateriais: conhecimentos enraizados no cotidiano das comunidades; manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas; rituais e festas que marcam a vivência coletiva da religiosidade, do entretenimento e de outras práticas da vida social; além de mercados, feiras, santuários, praças e demais espaços onde se concentram e se reproduzem práticas culturais.
NA LISTA DE BENS IMATERIAIS BRASILEIROS ESTÃO a festa do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, a Feira de Caruaru, o Frevo, a capoeira, o modo artesanal de fazer Queijo de Minas e as matrizes do Samba no Rio de Janeiro.
O PATRIMÔNIO MATERIAL é formado por um conjunto de bens culturais classificados segundo sua natureza: arqueológico, paisagístico e etnográfico; histórico; belas artes; e das artes aplicadas. Eles estão divididos em bens imóveis – núcleos urbanos, sítios arqueológicos e paisagísticos e bens individuais – e móveis – coleções arqueológicas, acervos museológicos, documentais, bibliográficos, arquivísticos, videográficos, fotográficos e cinematográficos.
(...) PATRIMÔNIO IMATERIAL é transmitido de geração em geração e constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, interação com a natureza e sua história, gerando um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo, assim, para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana.
TOMBAR ALGUMA COISA DE ACORDO COM NORMAS LEGAIS, EQUIVALE a registrar, com o objetivo de proteger, controlar, guardar. Tombamento, também chamado tombo, provavelmente originado do latim tomex, significa inventário, arrolamento, registro. O tombamento de bens culturais, visando a sua preservação e restauração, é de interesse do estado e da sociedade. Fonte: Iphan http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/126
1. PATRIMÔNIO CULTURAL MATERIAL - Há, no Brasil, segundo o Iphan, 1362 bens culturais, considerados patrimônio cultural material distribuídos em quatro categorias da seguinte forma :de belas artes (682); Históricos( 557 bens) arqueológicos, etnográficos e paisagísticos ( 119) de artes aplicadas (4)
a)Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico, onde são inscritos os bens culturais em função do valor arqueológico, que engloba sinais de lugares onde há indícios de atividades humanas, estruturas e vestígios abandonados na superfície, subsolo ou sob as águas, além do material a eles associados. Os bens de valor etnográfico, parques, jardins, e as paisagens naturais e culturais também estão nesse Livro. O mesmo ocorre com os monumentos naturais constituídos por formações geológicas, fisiográficas e biológicas.
b)Livro do Tombo Histórico, onde são inscritos os bens culturais em função do seu valor histórico. É formado pelo conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no Brasil e cuja conservação seja de interesse público por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil. Esse Livro, para melhor condução das ações do Iphan, reúne, especificamente, os bens culturais em função do seu valor histórico que se dividem em bens imóveis (edificações, fazendas, marcos, chafarizes, pontes, centros históricos, por exemplo) e móveis (imagens, mobiliário, quadros e xilogravuras, entre outras peças).
c) Livro do Tombo das Belas Artes, onde são inscritos os bens culturais em função do seu valor artístico particular. O termo belas-artes é aplicado às artes de caráter não utilitário, opostas às artes aplicadas e às artes decorativas. Para a História da Arte, as belas artes imitam a beleza natural e são consideradas diferentes daquelas que combinam beleza e utilidade.
d) Livro do Tombo das Artes Aplicadas, onde são inscritos os bens culturais em função do seu valor artístico aplicado. Essa denominação (em oposição às belas artes) se refere à produção artística que se orienta para a criação de objetos, peças e construções utilitárias: alguns setores da arquitetura, das artes decorativas, design, artes gráficas e mobiliário, por exemplo. Desde o século XVI, as artes aplicadas estão presentes em bens de diferentes estilos arquitetônicos.
2. PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL – São classificados e em categorias e registrados em livros.
a)Livro de Registro dos Saberes - Criado para receber os registros de bens imateriais que reunem conhecimentos e modos de fazer enraizados no cotidiano das comunidades. Os Saberes são conhecimentos tradicionais associados a atividades desenvolvidas por atores sociais reconhecidos como grandes conhecedores de técnicas, ofícios e matérias-primas que identifiquem um grupo social ou uma localidade. Geralmente estão associados à produção de objetos e/ou prestação de serviços que podem ter sentidos práticos ou rituais. Trata-se da apreensão dos saberes e dos modos de fazer relacionados à cultura, memória e identidade de grupos sociais.
b) Livro de Registro de Celebrações - para os rituais e festas que marcam vivência coletiva, religiosidade, entretenimento e outras práticas da vida social. Celebrações são ritos e festividades que marcam a vivência coletiva de um grupo social, sendo considerados importantes para a sua cultura, memória e identidade, e acontecem em lugares ou territórios específicos e podem estar relacionadas à religião, à civilidade, aos ciclos do calendário, etc. São ocasiões diferenciadas de sociabilidade, que envolvem práticas complexas e regras próprias para a distribuição de papéis, preparação e consumo de comidas e bebidas, produção de vestuário e indumentárias, entre outras.
c)Livro de Registro das Formas de Expressão - para as manifestações artísticas em geral. Formas de Expressão são formas de comunicação associadas a determinado grupo social ou região, desenvolvidas por atores sociais reconhecidos pela comunidade e em relação às quais o costume define normas, expectativas e padrões de qualidade. Trata-se da apreensão das performances culturais de grupos sociais, como manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas, que são por eles consideradas importantes para a sua cultura, memória e identidade.
d)Livro de Registro dos Lugares - para mercados, feiras, santuários, praças onde são concentradas ou reproduzidas práticas culturais coletivas. Lugares são aqueles que possuem sentido cultural diferenciado para a população local, onde são realizadas práticas e atividades de naturezas variadas, tanto cotidianas quanto excepcionais, tanto vernáculas quanto oficiais. Podem ser conceituados como lugares focais da vida social de uma localidade, cujos atributos são reconhecidos e tematizados em representações simbólicas e narrativas, participando da construção dos sentidos de pertencimento, memória e identidade dos grupos sociais.
http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/122
OBS:
1. AS QUESTÕES ABAIXO, SÃO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DO PROFESSOR PIXOTE CRUZ
É PERMITIDA A UTILIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DAS MESMAS, DESDE QUE SEJAM CITADOS O AUTOR E A FONTE DISPONÍVEL.
2. Acesse o canal ENEM TOMARA 2017 para assistir essa aula com o Professor PIXOTE CRUZ
3. O GABARITO será divulgado no PROGRAMA DE FARIAS JÚNIOR. FIQUE ATENTO.
Diversidade cultural e vida em sociedade – Atividades
Centro Histórico de Goiás (GO) Imagem
A cidade de Goiás é testemunha da ocupação e da colonização do Brasil Central nos séculos XVIII e XIX. As origens da cidade estão intimamente ligadas à história das bandeiras que partiram principalmente de São Paulo para explorar o interior do território brasileiro. O conjunto arquitetônico, paisagístico e urbanístico do centro histórico de Goiás foi tombado pelo Iphan em 1978 e o reconhecimento como Patrimônio Mundial veio em 16 de dezembro de 2001. http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/36
QUESTÃO 01 O referido Centro , constitui-se em um Patrimônio e deverá estar registrado em
(A) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico.
(B) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Artes Aplicadas.
(C) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
(D) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(E) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações.
Carimbó é agora patrimônio (...)brasileiro
No Brasil, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) é responsável por promover e coordenar o processo de preservação e valorização do Patrimônio Cultural Brasileiro, em suas dimensões material e imaterial.
OS BENS CULTURAIS IMATERIAIS estão relacionados aos saberes, às habilidades, às crenças, às práticas, ao modo de ser das pessoas. Desta forma podem ser considerados bens imateriais: conhecimentos enraizados no cotidiano das comunidades; manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas; rituais e festas que marcam a vivência coletiva da religiosidade, do entretenimento e de outras práticas da vida social; além de mercados, feiras, santuários, praças e demais espaços onde se concentram e se reproduzem práticas culturais.
NA LISTA DE BENS IMATERIAIS BRASILEIROS ESTÃO a festa do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, a Feira de Caruaru, o Frevo, a capoeira, o modo artesanal de fazer Queijo de Minas e as matrizes do Samba no Rio de Janeiro.
O PATRIMÔNIO MATERIAL é formado por um conjunto de bens culturais classificados segundo sua natureza: arqueológico, paisagístico e etnográfico; histórico; belas artes; e das artes aplicadas. Eles estão divididos em bens imóveis – núcleos urbanos, sítios arqueológicos e paisagísticos e bens individuais – e móveis – coleções arqueológicas, acervos museológicos, documentais, bibliográficos, arquivísticos, videográficos, fotográficos e cinematográficos.
(...) PATRIMÔNIO IMATERIAL é transmitido de geração em geração e constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, interação com a natureza e sua história, gerando um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo, assim, para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana.
TOMBAR ALGUMA COISA DE ACORDO COM NORMAS LEGAIS, EQUIVALE a registrar, com o objetivo de proteger, controlar, guardar. Tombamento, também chamado tombo, provavelmente originado do latim tomex, significa inventário, arrolamento, registro. O tombamento de bens culturais, visando a sua preservação e restauração, é de interesse do estado e da sociedade. Fonte: Iphan http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/126
1. PATRIMÔNIO CULTURAL MATERIAL - Há, no Brasil, segundo o Iphan, 1362 bens culturais, considerados patrimônio cultural material distribuídos em quatro categorias da seguinte forma :de belas artes (682); Históricos( 557 bens) arqueológicos, etnográficos e paisagísticos ( 119) de artes aplicadas (4)
a)Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico, onde são inscritos os bens culturais em função do valor arqueológico, que engloba sinais de lugares onde há indícios de atividades humanas, estruturas e vestígios abandonados na superfície, subsolo ou sob as águas, além do material a eles associados. Os bens de valor etnográfico, parques, jardins, e as paisagens naturais e culturais também estão nesse Livro. O mesmo ocorre com os monumentos naturais constituídos por formações geológicas, fisiográficas e biológicas.
b)Livro do Tombo Histórico, onde são inscritos os bens culturais em função do seu valor histórico. É formado pelo conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no Brasil e cuja conservação seja de interesse público por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil. Esse Livro, para melhor condução das ações do Iphan, reúne, especificamente, os bens culturais em função do seu valor histórico que se dividem em bens imóveis (edificações, fazendas, marcos, chafarizes, pontes, centros históricos, por exemplo) e móveis (imagens, mobiliário, quadros e xilogravuras, entre outras peças).
c) Livro do Tombo das Belas Artes, onde são inscritos os bens culturais em função do seu valor artístico particular. O termo belas-artes é aplicado às artes de caráter não utilitário, opostas às artes aplicadas e às artes decorativas. Para a História da Arte, as belas artes imitam a beleza natural e são consideradas diferentes daquelas que combinam beleza e utilidade.
d) Livro do Tombo das Artes Aplicadas, onde são inscritos os bens culturais em função do seu valor artístico aplicado. Essa denominação (em oposição às belas artes) se refere à produção artística que se orienta para a criação de objetos, peças e construções utilitárias: alguns setores da arquitetura, das artes decorativas, design, artes gráficas e mobiliário, por exemplo. Desde o século XVI, as artes aplicadas estão presentes em bens de diferentes estilos arquitetônicos.
2. PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL – São classificados e em categorias e registrados em livros.
a)Livro de Registro dos Saberes - Criado para receber os registros de bens imateriais que reunem conhecimentos e modos de fazer enraizados no cotidiano das comunidades. Os Saberes são conhecimentos tradicionais associados a atividades desenvolvidas por atores sociais reconhecidos como grandes conhecedores de técnicas, ofícios e matérias-primas que identifiquem um grupo social ou uma localidade. Geralmente estão associados à produção de objetos e/ou prestação de serviços que podem ter sentidos práticos ou rituais. Trata-se da apreensão dos saberes e dos modos de fazer relacionados à cultura, memória e identidade de grupos sociais.
b) Livro de Registro de Celebrações - para os rituais e festas que marcam vivência coletiva, religiosidade, entretenimento e outras práticas da vida social. Celebrações são ritos e festividades que marcam a vivência coletiva de um grupo social, sendo considerados importantes para a sua cultura, memória e identidade, e acontecem em lugares ou territórios específicos e podem estar relacionadas à religião, à civilidade, aos ciclos do calendário, etc. São ocasiões diferenciadas de sociabilidade, que envolvem práticas complexas e regras próprias para a distribuição de papéis, preparação e consumo de comidas e bebidas, produção de vestuário e indumentárias, entre outras.
c)Livro de Registro das Formas de Expressão - para as manifestações artísticas em geral. Formas de Expressão são formas de comunicação associadas a determinado grupo social ou região, desenvolvidas por atores sociais reconhecidos pela comunidade e em relação às quais o costume define normas, expectativas e padrões de qualidade. Trata-se da apreensão das performances culturais de grupos sociais, como manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas, que são por eles consideradas importantes para a sua cultura, memória e identidade.
d)Livro de Registro dos Lugares - para mercados, feiras, santuários, praças onde são concentradas ou reproduzidas práticas culturais coletivas. Lugares são aqueles que possuem sentido cultural diferenciado para a população local, onde são realizadas práticas e atividades de naturezas variadas, tanto cotidianas quanto excepcionais, tanto vernáculas quanto oficiais. Podem ser conceituados como lugares focais da vida social de uma localidade, cujos atributos são reconhecidos e tematizados em representações simbólicas e narrativas, participando da construção dos sentidos de pertencimento, memória e identidade dos grupos sociais.
http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/122
OBS:
1. AS QUESTÕES ABAIXO, SÃO DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DO PROFESSOR PIXOTE CRUZ
É PERMITIDA A UTILIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DAS MESMAS, DESDE QUE SEJAM CITADOS O AUTOR E A FONTE DISPONÍVEL.
2. Acesse o canal ENEM TOMARA 2017 para assistir essa aula com o Professor PIXOTE CRUZ
3. O GABARITO será divulgado no PROGRAMA DE FARIAS JÚNIOR. FIQUE ATENTO.
Diversidade cultural e vida em sociedade – Atividades
Centro Histórico de Goiás (GO) Imagem
A cidade de Goiás é testemunha da ocupação e da colonização do Brasil Central nos séculos XVIII e XIX. As origens da cidade estão intimamente ligadas à história das bandeiras que partiram principalmente de São Paulo para explorar o interior do território brasileiro. O conjunto arquitetônico, paisagístico e urbanístico do centro histórico de Goiás foi tombado pelo Iphan em 1978 e o reconhecimento como Patrimônio Mundial veio em 16 de dezembro de 2001. http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/36
QUESTÃO 01 O referido Centro , constitui-se em um Patrimônio e deverá estar registrado em
(A) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico.
(B) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Artes Aplicadas.
(C) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
(D) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(E) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações.
Carimbó é agora patrimônio (...)brasileiro
1.Cultura material e imaterial; patrimônio e diversidade cultural no Brasil.
O carimbó acaba de se tornar Patrimônio (...) do Brasil. O registro foi aprovado por unanimidade nesta quinta-feira (11/9), em Brasília, pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, formado por representantes da União e da sociedade civil. Criado no século XVII por negros africanos do nordeste do Pará e com influências indígena e ibérica, o carimbó é uma das mais tradicionais expressões culturais do estado do Pará e da região amazônica brasileira.
O registro do carimbó foi comemorado em ato público realizado nesta manhã em Belém do Pará, com a presença da ministra da Cultura, Marta Suplicy. "Quando se tem uma expressão cultural deste porte e não há a chancela do Estado, ela tende a desaparecer ao longo dos anos", afirmou a ministra. "Com o reconhecimento do Estado, o carimbó passa a ser perene, é patrimônio brasileiro", observou.
(...)Pau que produz som – Apesar de a manifestação cultural ter se originado entre os escravos, o nome carimbó tem origem indígena. Vem do tupi korimbó (pau que produz som), junção de curi (pau oco) e m'bó (furado, escavado). Os primeiros carimbós – ou curimbós – eram feitos de madeira oca e cobertos, em uma das extremidades, por couro de veado. Com o tempo, carimbó passou a referir-se não apenas aos tambores, mas também à dança associada ao ritmo produzido pela percussão.
Hoje, a expressão carimbó é utilizada majoritariamente como referência à expressão que envolve festa, música e coreografia características e tradicionalmente reproduzidas no nordeste paraense. Os temas das canções, em geral, são alusivos a elementos da fauna e da flora da região, ao dia a dia do trabalho e às práticas cotidianas. Assessoria de Comunicação - Ministério da Cultura - Com informações do Iphan 11.09.2014
QUESTÃO 02 A referida manifestação artística paraense, constitui-se em um Patrimônio e é registrado em Livros, respectivamente,
(A) Patrimônio cultural Imaterial - Livro dos Saberes
(B) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações.
(C) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(D) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
(E) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Artes Aplicadas.
http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/71
QUESTÃO 03 A Arte Kusiwa é um sistema de representação gráfica próprio dos povos indígenas Wajãpi, do Amapá, que sintetiza seu modo particular de conhecer, conceber e agir sobre o universo. ( Fonte – IPHAN Autor: DPI/IPHAN Edição: 2008 Páginas: 140 Publicação: IPHAN ) A referida Pintura Corporal e Arte Gráfica Wajãpi, constitui-se em um Patrimônio e é registrado em Livros, respectivamente,
(A) Patrimônio cultural Imaterial - Livro dos Saberes.
(B) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações.
(C) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(D) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
(E) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Artes Aplicadas.
QUESTÃO 04 A fabricação artesanal de panelas de barro (Ofício das Paneleiras de Goiabeiras) foi registrado como Patrimônio Imaterial em 2002. O processo de produção no bairro Goiabeiras Velha, em Vitória (ES), emprega técnicas tradicionais e matérias-primas provenientes do meio natural. A panela de barro, fruto de um conjunto de saberes, constitui suporte indispensável para o preparo da típica moqueca capixaba. (Autor: DPI/IPHAN Edição: 2006 Páginas: 70 Publicação: IPHAN ). A referida fabricação artesanal, constitui-se em um Patrimônio e é registrado em Livros, respectivamente,
(A) Patrimônio cultural Imaterial - Livro dos Saberes.
(B) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações.
(C) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(D) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
(E) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Artes Aplicadas.
Festa do Divino Espírito Santo vai acontecer em Natividade (TO)
A festa do Divino Espírito Santo, uma das mais belas e tradicionais do país, vai acontecer em Natividade (TO) entre os dias 23 e 24 de maio de 2015. Serão dois dias de programação intensa e celebrações. No sábado acontece a procissão da Esmola Geral, quando a população vai para as ruas recolher donativos para festa principal.
No mesmo dia à noite, é a vez da Festa do Capitão do Mastro. Após a missa, o Capitão é levado até a porta da Igreja Matriz em cima de um tronco de aproximadamente cinco metros de altura. A população acompanha os festejos e a procissão, com danças e brincadeiras. A folia só termina ao amanhecer.
No dia 24 de maio é o Domingo de Pentecostes, o grande dia do Reinado, Coroação do Imperador, Missa Solene e Transmissão dos Cargos. Esses acontecimentos são realizados sempre 50 dias após a Páscoa. A missa é o momento mais esperado. Durante a celebração é simbolizada as bênçãos e graças derramadas pelo Espírito em sete dons, Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor a Deus. Ao final, os fiéis recebem de lembrança o pão do Divino e acompanham o Reinado até a casa do Imperador, onde uma grande festa é realizada.
A festa do Divino acontece em Natividade desde 1904. Mas a origem da celebração vem do século XIV, em Portugal. A história conta que D. Isabel, esposa de D. Dinis, rei de Portugal, fez uma promessa de alimentar os famintos, vestir os nus e oferecer sua coroa ao Divino em troca de paz. A graça teria sido alcançada e a promessa cumprida, e assim, ficado a crença de que o santo acabaria com a peste, fome e guerra. O culto passou a ser difundido nos países colonizados pelos portugueses, caso do Brasil.
http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/2190/festa-do-divino-espirito-santo-vai-acontecer-em-natividade-to
QUESTÃO 05 A referida festa, constitui-se em um Patrimônio e deverá estar registrado em
(A) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico.
(B) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Artes Aplicadas.
(C) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
(D) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(E) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações.
O registro do carimbó foi comemorado em ato público realizado nesta manhã em Belém do Pará, com a presença da ministra da Cultura, Marta Suplicy. "Quando se tem uma expressão cultural deste porte e não há a chancela do Estado, ela tende a desaparecer ao longo dos anos", afirmou a ministra. "Com o reconhecimento do Estado, o carimbó passa a ser perene, é patrimônio brasileiro", observou.
(...)Pau que produz som – Apesar de a manifestação cultural ter se originado entre os escravos, o nome carimbó tem origem indígena. Vem do tupi korimbó (pau que produz som), junção de curi (pau oco) e m'bó (furado, escavado). Os primeiros carimbós – ou curimbós – eram feitos de madeira oca e cobertos, em uma das extremidades, por couro de veado. Com o tempo, carimbó passou a referir-se não apenas aos tambores, mas também à dança associada ao ritmo produzido pela percussão.
Hoje, a expressão carimbó é utilizada majoritariamente como referência à expressão que envolve festa, música e coreografia características e tradicionalmente reproduzidas no nordeste paraense. Os temas das canções, em geral, são alusivos a elementos da fauna e da flora da região, ao dia a dia do trabalho e às práticas cotidianas. Assessoria de Comunicação - Ministério da Cultura - Com informações do Iphan 11.09.2014
QUESTÃO 02 A referida manifestação artística paraense, constitui-se em um Patrimônio e é registrado em Livros, respectivamente,
(A) Patrimônio cultural Imaterial - Livro dos Saberes
(B) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações.
(C) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(D) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
(E) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Artes Aplicadas.
http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/71
QUESTÃO 03 A Arte Kusiwa é um sistema de representação gráfica próprio dos povos indígenas Wajãpi, do Amapá, que sintetiza seu modo particular de conhecer, conceber e agir sobre o universo. ( Fonte – IPHAN Autor: DPI/IPHAN Edição: 2008 Páginas: 140 Publicação: IPHAN ) A referida Pintura Corporal e Arte Gráfica Wajãpi, constitui-se em um Patrimônio e é registrado em Livros, respectivamente,
(A) Patrimônio cultural Imaterial - Livro dos Saberes.
(B) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações.
(C) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(D) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
(E) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Artes Aplicadas.
QUESTÃO 04 A fabricação artesanal de panelas de barro (Ofício das Paneleiras de Goiabeiras) foi registrado como Patrimônio Imaterial em 2002. O processo de produção no bairro Goiabeiras Velha, em Vitória (ES), emprega técnicas tradicionais e matérias-primas provenientes do meio natural. A panela de barro, fruto de um conjunto de saberes, constitui suporte indispensável para o preparo da típica moqueca capixaba. (Autor: DPI/IPHAN Edição: 2006 Páginas: 70 Publicação: IPHAN ). A referida fabricação artesanal, constitui-se em um Patrimônio e é registrado em Livros, respectivamente,
(A) Patrimônio cultural Imaterial - Livro dos Saberes.
(B) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações.
(C) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(D) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
(E) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Artes Aplicadas.
Festa do Divino Espírito Santo vai acontecer em Natividade (TO)
A festa do Divino Espírito Santo, uma das mais belas e tradicionais do país, vai acontecer em Natividade (TO) entre os dias 23 e 24 de maio de 2015. Serão dois dias de programação intensa e celebrações. No sábado acontece a procissão da Esmola Geral, quando a população vai para as ruas recolher donativos para festa principal.
No mesmo dia à noite, é a vez da Festa do Capitão do Mastro. Após a missa, o Capitão é levado até a porta da Igreja Matriz em cima de um tronco de aproximadamente cinco metros de altura. A população acompanha os festejos e a procissão, com danças e brincadeiras. A folia só termina ao amanhecer.
No dia 24 de maio é o Domingo de Pentecostes, o grande dia do Reinado, Coroação do Imperador, Missa Solene e Transmissão dos Cargos. Esses acontecimentos são realizados sempre 50 dias após a Páscoa. A missa é o momento mais esperado. Durante a celebração é simbolizada as bênçãos e graças derramadas pelo Espírito em sete dons, Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor a Deus. Ao final, os fiéis recebem de lembrança o pão do Divino e acompanham o Reinado até a casa do Imperador, onde uma grande festa é realizada.
A festa do Divino acontece em Natividade desde 1904. Mas a origem da celebração vem do século XIV, em Portugal. A história conta que D. Isabel, esposa de D. Dinis, rei de Portugal, fez uma promessa de alimentar os famintos, vestir os nus e oferecer sua coroa ao Divino em troca de paz. A graça teria sido alcançada e a promessa cumprida, e assim, ficado a crença de que o santo acabaria com a peste, fome e guerra. O culto passou a ser difundido nos países colonizados pelos portugueses, caso do Brasil.
http://portal.iphan.gov.br/noticias/detalhes/2190/festa-do-divino-espirito-santo-vai-acontecer-em-natividade-to
QUESTÃO 05 A referida festa, constitui-se em um Patrimônio e deverá estar registrado em
(A) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico.
(B) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Artes Aplicadas.
(C) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
(D) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(E) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações.
Acervo Iphan
A Cachoeira de Iauaretê, ou Cachoeira da Onça - Cachoeira de Iauaretê - Lugar Sagrado dos Povos Indígenas dos Rios Uaupés e Papuri - corresponde a um lugar de referência fundamental para os povos indígenas que habitam a região banhada pelos rios Uaupés e Papuri, reunidos em dez comunidades, multiculturais na maioria, compostas pelas etnias de filiação linguística Tukano Oriental, Aruaque e Maku. ( ...) . Localizada na região do Alto Rio Negro, distrito de Iauaretê, município de São Gabriel da Cachoeira, ela corresponde a um lugar de referência fundamental para os povos indígenas que habitam a região banhada pelos rios Uaupés e Papuri.
Várias pedras, lajes, ilhas e paranás da Cachoeira simbolizam episódios de guerras, perseguições, mortes e alianças descritos nos mitos de origem e nas narrativas históricas destes povos. Locais onde ocorreram fatos marcantes relacionados à criação da humanidade e ao surgimento de suas respectivas etnias. Esses lugares remetem à criação das plantas, dos animais e de tudo o que seria necessário à vida no local e à sobrevivência dos descendentes dos primeiros ancestrais. No processo de Registro estão documentados 17 desses pontos de referência na Cachoeira de Iauaretê, testemunhos fundamentais da fixação desses grupos naquele território.
Para as dez comunidades multiculturais locais, na maioria compostas pelas etnias de filiação lingüística Tukano Oriental, Arauaque e Maku, a Cachoeira de Iauaretê é seu Lugar Sagrado, onde está marcada a história de sua origem e fixação nessa região. A história do estabelecimento das relações de afinidade que vêm permitindo, até hoje, a convivência e o compartilhamento de padrões culturais entre esses diversos grupos que coabitam o mesmo território, há milênios.
Apesar do multilinguismo e das diferenças culturais, as quatorze etnias presentes nessa região – Arapaso, Bará, Barasana, Desana, Karapanã, Kubeo, Makuna, Miriti-tapuya, Pira-tapuya, Siriano, Tariana, Tukano, Tuyuka e Wanano – estão articuladas em uma rede de trocas e identificadas no que diz respeito à cultura material, à organização social e à visão de mundo. Todos esses índios, somados, representam mais de 30 mil moradores vivendo em povoados e sítios distribuídos entre os rios da região e nos dois núcleos urbanos ali existentes: São Gabriel da Cachoeira, o principal centro administrativo e econômico, e Santa Isabel do Rio Negro.
A Cachoeira de Iauaretê, ou Cachoeira da Onça - Cachoeira de Iauaretê - Lugar Sagrado dos Povos Indígenas dos Rios Uaupés e Papuri - corresponde a um lugar de referência fundamental para os povos indígenas que habitam a região banhada pelos rios Uaupés e Papuri, reunidos em dez comunidades, multiculturais na maioria, compostas pelas etnias de filiação linguística Tukano Oriental, Aruaque e Maku. ( ...) . Localizada na região do Alto Rio Negro, distrito de Iauaretê, município de São Gabriel da Cachoeira, ela corresponde a um lugar de referência fundamental para os povos indígenas que habitam a região banhada pelos rios Uaupés e Papuri.
Várias pedras, lajes, ilhas e paranás da Cachoeira simbolizam episódios de guerras, perseguições, mortes e alianças descritos nos mitos de origem e nas narrativas históricas destes povos. Locais onde ocorreram fatos marcantes relacionados à criação da humanidade e ao surgimento de suas respectivas etnias. Esses lugares remetem à criação das plantas, dos animais e de tudo o que seria necessário à vida no local e à sobrevivência dos descendentes dos primeiros ancestrais. No processo de Registro estão documentados 17 desses pontos de referência na Cachoeira de Iauaretê, testemunhos fundamentais da fixação desses grupos naquele território.
Para as dez comunidades multiculturais locais, na maioria compostas pelas etnias de filiação lingüística Tukano Oriental, Arauaque e Maku, a Cachoeira de Iauaretê é seu Lugar Sagrado, onde está marcada a história de sua origem e fixação nessa região. A história do estabelecimento das relações de afinidade que vêm permitindo, até hoje, a convivência e o compartilhamento de padrões culturais entre esses diversos grupos que coabitam o mesmo território, há milênios.
Apesar do multilinguismo e das diferenças culturais, as quatorze etnias presentes nessa região – Arapaso, Bará, Barasana, Desana, Karapanã, Kubeo, Makuna, Miriti-tapuya, Pira-tapuya, Siriano, Tariana, Tukano, Tuyuka e Wanano – estão articuladas em uma rede de trocas e identificadas no que diz respeito à cultura material, à organização social e à visão de mundo. Todos esses índios, somados, representam mais de 30 mil moradores vivendo em povoados e sítios distribuídos entre os rios da região e nos dois núcleos urbanos ali existentes: São Gabriel da Cachoeira, o principal centro administrativo e econômico, e Santa Isabel do Rio Negro.
http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/60/
QUESTÃO 06. A referida descrição da cachoeira acima constitui-se em um Patrimônio e é registrado em Livros, respectivamente,
(A) Patrimônio cultural Imaterial - Livro dos Lugares.
(B) Patrimônio cultural Imaterial - Livro dos Saberes.
(C) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações.
(D) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo Histórico.
(E) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/71
QUESTÃO 07 O Círio de Nossa Senhora de Nazaré é uma celebração religiosa que ocorre em Belém do Pará, inscrita nem 2004. Os festejos, que envolvem vários rituais de devoção religiosa e expressões culturais, e reúnem devotos, turistas e curiosos de todas as partes do Brasil e de países estrangeiros, constituem um momento anual de reencontro e devoção. (Autor: DPI/IPHAN Edição: 2006 Páginas: 101 Publicação: IPHAN) A referida prática religiosa, constitui-se em um Patrimônio e é registrado em Livros, respectivamente,
(A) Patrimônio cultural Imaterial - Livro dos Saberes
(B) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações
(C) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo Histórico
(D) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(E) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
QUESTÃO 07 O Círio de Nossa Senhora de Nazaré é uma celebração religiosa que ocorre em Belém do Pará, inscrita nem 2004. Os festejos, que envolvem vários rituais de devoção religiosa e expressões culturais, e reúnem devotos, turistas e curiosos de todas as partes do Brasil e de países estrangeiros, constituem um momento anual de reencontro e devoção. (Autor: DPI/IPHAN Edição: 2006 Páginas: 101 Publicação: IPHAN) A referida prática religiosa, constitui-se em um Patrimônio e é registrado em Livros, respectivamente,
(A) Patrimônio cultural Imaterial - Livro dos Saberes
(B) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações
(C) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo Histórico
(D) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(E) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
(...) É praticado nos quintais das periferias urbanas e em algumas comunidades rurais do sudeste brasileiro. Acontece nas festas de santos católicos e divindades afro-brasileiras, nas festas juninas, nas festas do Divino, no 13 de maio da abolição da escravatura. É uma forma de louvação aos antepassados, consolidação de tradições e afirmação de identidades. Tem suas raízes nos saberes, ritos e crenças dos povos africanos, principalmente os de língua bantu. São sugestivos dessas origens o profundo respeito aos ancestrais, a valorização dos enigmas cantados e o elemento coreográfico da umbigada.
No Brasil, o jongo consolidou-se entre os escravos que trabalhavam nas lavouras de café e cana-de-açúcar, no sudeste brasileiro, principalmente no vale do Rio Paraíba. Trata-se de uma forma de comunicação desenvolvida no contexto da escravidão e que serviu também como estratégia de sobrevivência e de circulação de informações codificadas sobre fatos acontecidos entre os antigos escravos por meio de pontos que os capatazes e senhores não conseguiam compreender. O Jongo sempre esteve, assim, em uma dimensão marginal onde os negros falam de si, de sua comunidade, através da crônica e da linguagem cifrada. É também conhecido pelos nomes de tambu, batuque, tambor e caxambu, dependendo da comunidade que o pratica.
Iniciado o toque dos tambores, forma-se uma roda de dançarinos que cantam em coro, respondendo ao solo de um deles. Os tambores e os batuqueiros estão sempre na roda ou perto dela. São várias as maneiras de se dançar o jongo. Sozinhos ou em pares os praticantes vão ao centro da roda, dançam até serem substituídos por outros jongueiros. Muitas vezes nota-se, no momento da substituição, o elemento coreográfico da umbigada. – http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/228/
QUESTÃO 08 A referida manifestação artística do sudeste, constitui-se em um Patrimônio e é registrado em Livros, respectivamente,
(A) Patrimônio cultural Imaterial - Livro dos Saberes.
(B) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações.
(C) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo Histórico.
(D) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(E) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
QUESTÃO 09 Observe o texto da Fazenda Resgate, em Bananal, localizada na região do Vale do Paraíba paulista .
..São 21 quartos, dos quais cinco são alcovas, onde as moças dormiam vigiadas pelos pais. Sua sala de visitas é adornada em estilo rococó. ...Pertencia a Manoel de Aguiar Vallim, a Resgate chegou a produzir 1% da riqueza nacional. Na época, a fazenda era quase autossuficiente. Só importava sal e peixe salgado. Produzia anil, fumo, açúcar mascavo e algodão, com o qual se teciam as roupas usadas pelos escravos. (...) Longe de manter a Resgate para o próprio deleite, Braga [atual proprietário da fazenda] permite que grupos de estudantes visitem o casarão... „Eu me considero uma espécie de fiel depositário da Resgate. Acho justo que as pessoas tenham acesso à memória do país‟” . (Angela Pimenta. Pá na memória. Revista Veja, 24/04/1996, edição 1441, p. 122-125).
De acordo com o texto podemos inferir que a Fazenda Resgate
(A) deve ser entendida como propriedade patrimonial familiar, não possuindo aspectos de Patrimônio Nacional.
(B) apresenta a situação atual devido a inoperância do Ministério da Cultura com a riqueza patrimonial brasileira.
(C) um lugar de acesso à memória e a vida dos escravos da região, confinados em alcovas com aspectos insalubres típicos da época.
(D) tem em um dos seus aspectos a decadência patrimonial pois a mesma é vista pelo seu proprietário como algo improdutivo para o Brasil.
(E) constitui um elemento patrimonial histórico, econômico essencial do período da cafeicultura da região, bem como aspectos da memória do país.
No Brasil, o jongo consolidou-se entre os escravos que trabalhavam nas lavouras de café e cana-de-açúcar, no sudeste brasileiro, principalmente no vale do Rio Paraíba. Trata-se de uma forma de comunicação desenvolvida no contexto da escravidão e que serviu também como estratégia de sobrevivência e de circulação de informações codificadas sobre fatos acontecidos entre os antigos escravos por meio de pontos que os capatazes e senhores não conseguiam compreender. O Jongo sempre esteve, assim, em uma dimensão marginal onde os negros falam de si, de sua comunidade, através da crônica e da linguagem cifrada. É também conhecido pelos nomes de tambu, batuque, tambor e caxambu, dependendo da comunidade que o pratica.
Iniciado o toque dos tambores, forma-se uma roda de dançarinos que cantam em coro, respondendo ao solo de um deles. Os tambores e os batuqueiros estão sempre na roda ou perto dela. São várias as maneiras de se dançar o jongo. Sozinhos ou em pares os praticantes vão ao centro da roda, dançam até serem substituídos por outros jongueiros. Muitas vezes nota-se, no momento da substituição, o elemento coreográfico da umbigada. – http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/228/
QUESTÃO 08 A referida manifestação artística do sudeste, constitui-se em um Patrimônio e é registrado em Livros, respectivamente,
(A) Patrimônio cultural Imaterial - Livro dos Saberes.
(B) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações.
(C) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo Histórico.
(D) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(E) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
QUESTÃO 09 Observe o texto da Fazenda Resgate, em Bananal, localizada na região do Vale do Paraíba paulista .
..São 21 quartos, dos quais cinco são alcovas, onde as moças dormiam vigiadas pelos pais. Sua sala de visitas é adornada em estilo rococó. ...Pertencia a Manoel de Aguiar Vallim, a Resgate chegou a produzir 1% da riqueza nacional. Na época, a fazenda era quase autossuficiente. Só importava sal e peixe salgado. Produzia anil, fumo, açúcar mascavo e algodão, com o qual se teciam as roupas usadas pelos escravos. (...) Longe de manter a Resgate para o próprio deleite, Braga [atual proprietário da fazenda] permite que grupos de estudantes visitem o casarão... „Eu me considero uma espécie de fiel depositário da Resgate. Acho justo que as pessoas tenham acesso à memória do país‟” . (Angela Pimenta. Pá na memória. Revista Veja, 24/04/1996, edição 1441, p. 122-125).
De acordo com o texto podemos inferir que a Fazenda Resgate
(A) deve ser entendida como propriedade patrimonial familiar, não possuindo aspectos de Patrimônio Nacional.
(B) apresenta a situação atual devido a inoperância do Ministério da Cultura com a riqueza patrimonial brasileira.
(C) um lugar de acesso à memória e a vida dos escravos da região, confinados em alcovas com aspectos insalubres típicos da época.
(D) tem em um dos seus aspectos a decadência patrimonial pois a mesma é vista pelo seu proprietário como algo improdutivo para o Brasil.
(E) constitui um elemento patrimonial histórico, econômico essencial do período da cafeicultura da região, bem como aspectos da memória do país.
O Parque Nacional Serra da Capivara foi criado em 1979, para preservar vestígios arqueológicos da mais remota presença do homem na América do Sul. Sua demarcação foi concluída em 1990 e o parque é subordinado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Por sua importância, a Unesco o inscreveu na Lista do Patrimônio Mundial em 13 de dezembro de 1991, e também na Lista Indicativa brasileira como patrimônio misto. http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/42/
QUESTÃO 10 O referido parque, constitui-se em um Patrimônio e deverá estar registrado em
(A) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico.
(B) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Artes Aplicadas.
(C) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
(D) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(E) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações.
Manoel Mosilânio Malaquias da Cruz (Pixote Cruz)
Historiador (URCA), Pedagogo (URCA), Graduado em Mídias da Educação (MEC) Especialista em Mídias da Educação(UFC), em Educação e Direitos Humanos (UFC); em Análise Transacional (Academia do Futuro) e em Metodologia do ensino Superior (UNICAP). Pesquisador sobre Música Brasileira e Tutor do Projeto Professor Aprendiz da SEDUC- FUNCAP na área de Ciências Humanas. Professor de Graduação e Pós- Graduação da Faculdade FACEN. Professor da Rede Privada e Pública Estadual de Brejo Santo-Ce, e do Curso Sapiento. (Salgueiro – Pe)
Especialista e Consultor Educacionais das Matrizes Curriculares e dos Parâmetros Curriculares Nacionais e da prova do ENEM
Acesse o canal ENEM TOMARA 2017 para assistir essa aula com o Professor PIXOTE CRUZ
QUESTÃO 10 O referido parque, constitui-se em um Patrimônio e deverá estar registrado em
(A) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico.
(B) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Artes Aplicadas.
(C) Patrimônio cultural Material – Livro do Tombo das Belas Artes.
(D) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das Formas de Expressão.
(E) Patrimônio cultural Imaterial - Livro das celebrações.
Manoel Mosilânio Malaquias da Cruz (Pixote Cruz)
Historiador (URCA), Pedagogo (URCA), Graduado em Mídias da Educação (MEC) Especialista em Mídias da Educação(UFC), em Educação e Direitos Humanos (UFC); em Análise Transacional (Academia do Futuro) e em Metodologia do ensino Superior (UNICAP). Pesquisador sobre Música Brasileira e Tutor do Projeto Professor Aprendiz da SEDUC- FUNCAP na área de Ciências Humanas. Professor de Graduação e Pós- Graduação da Faculdade FACEN. Professor da Rede Privada e Pública Estadual de Brejo Santo-Ce, e do Curso Sapiento. (Salgueiro – Pe)
Especialista e Consultor Educacionais das Matrizes Curriculares e dos Parâmetros Curriculares Nacionais e da prova do ENEM
Acesse o canal ENEM TOMARA 2017 para assistir essa aula com o Professor PIXOTE CRUZ









