A modelo e empresária Pamela Genini, de 29 anos, assassinada em 2025, teve a cabeça retirada de seu túmulo na Itália. A violação foi descoberta por funcionários do cemitério durante o processo de transferência do corpo, ao notarem que o caixão apresentava parafusos soltos e não estava devidamente fechado.
Ao abrirem o caixão, os trabalhadores constataram a ausência da cabeça. De acordo com as primeiras análises, o uso recente de silicone na vedação indica que o corpo — sepultado há cerca de cinco meses — pode ter sido violado recentemente.
As autoridades italianas trabalham com a hipótese de que entre três e quatro pessoas tenham participado da adulteração do cadáver, embora ainda não tenham detalhado como chegaram a essa conclusão. Até o momento, também não há informações sobre a possível motivação do crime.
O caso é investigado como profanação de cadáver e ocultação de parte do corpo, crimes que podem resultar em pena de até sete anos de prisão, conforme a imprensa internacional.
*Da redação do BFJR, com dados do Metrópoles