O Ceará registrou o primeiro caso de infecção por mpox em 2026. A informação consta no painel de monitoramento do Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica, atualizado nesta terça-feira (10).
O diagnóstico foi confirmado em fevereiro e envolve um paciente residente em Fortaleza, com idade entre 30 e 39 anos. Além desse registro, outros dois casos suspeitos da doença estão sob investigação no estado.
Em nota, a Secretaria da Saúde do Ceará informou que mantém ações permanentes de vigilância epidemiológica, investigação de casos e orientação aos serviços de saúde. Segundo a pasta, o objetivo é garantir o diagnóstico precoce, a assistência adequada aos pacientes e a adoção das medidas recomendadas de prevenção.
Dados da secretaria apontam que, em 2025, o Ceará contabilizou 13 casos confirmados de mpox. Já em 2024, foram registrados 24 diagnósticos da doença.
A mpox é uma infecção viral zoonótica causada por vírus do gênero Orthopoxvirus. A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com lesões de pele, fluidos corporais ou materiais contaminados. Entre os principais sintomas estão febre, inchaço dos gânglios linfáticos e erupções cutâneas que podem causar dor.
*Da redação do BFJR, com dados do G1
*Imagem: NIAID