A internação, iniciada na véspera de Natal, teve como objetivo a realização de cirurgias eletivas, incluindo o tratamento de uma hérnia inguinal e procedimentos para conter crises de soluços, sequelas do atentado sofrido em 2018. Apesar dos apelos da defesa, que solicitou prisão domiciliar humanitária alegando agravamento do quadro de saúde, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido.
Decisão judicial firme Em sua decisão, Moraes destacou que não houve piora, mas sim uma "melhora dos desconfortos" após os procedimentos, não justificando a alteração do regime fechado. A negativa reforça o rigor do Judiciário no cumprimento da sentença, sinalizando que a execução penal de figuras políticas de alto escalão seguirá os trâmites legais estritos, independentemente da pressão política exercida por aliados, como as recentes declarações do senador Flávio Bolsonaro criticando a manutenção da prisão.
*Da redação do Blog do Farias Júnior com O POVO.